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Comunicação
Não-Violenta

Potencializar os laços afetivos através da palavra e da criatividade.

Comunicação e Escuta Empática
CNV na Nós Bobôs


Potencializar os laços afetivos através da palavra e da criatividade.

A CNV na Nós Bobôs

A Nós Bobôs cultiva ações culturais de Comunicação Não-Violenta no seu cruzamento com outras áreas do conhecimento, tais como a Psicanálise e a Hand in Hand Parenting.

O objetivo é contribuir na construção e no cultivo de ferramentas subjetivas que favoreçam os laços afetivos, os vínculos emocionais, a gestão das emoções, a comunicação e a resolução de conflitos, sempre através da palavra e da criatividade.

Destina-se a todos aqueles que desejam cultivar bons relacionamentos, o cuidado e o afeto pela utilização da palavra, A via escolhida é pensar, abordar e tratar as questões da violência, da agressividade e do mal-entendido através da fala, da linguagem e da criatividade.

Parentalidade
Jornada de Educação Emocional


18/Junho/2023
Um encontro para cultivar ferramentas emocionais.

A Jornada

Apoiado na Hand in Hand Parenting e na Comunicação Não-Violenta, esta Jornada é dedicada a pais e mães que querem cultivar a sua parentalidade apoiada no afeto, na gestão das emoções, na construção de vínculos emocionais, na comunicação e na resolução de conflitos.

O objetivo é contribuir com a construção de ferramentas emocionais para potencializar os laços afetivos e os vínculos. Além disso, busca contribuir com ferramentas emocionais que favoreçam o cuidado dos filhos, do parceiro e, também, das pessoas que auxiliam na criação dos filhos.

Hand in Hand Parenting
com Juliana Penna

Comunicación No-Violenta (CNV)
com Gilson Beck

Quando e onde?

Data e horário

18/Junho/2023
Domingo

Das 11h às 14h

Local

Escola El Rogle Waldorf-Lliure
@escolaelroglewaldorflliure
Cal Morralet, C13 km 85.3
Talarn (Pallars, Lleida, Espanha)

Valor

Contribuição Consciente, dada no dia da Jornada.

Inscrições e informações

WhatsApp/Telemóvel
+34 659 709 806

Instagram
@julianapenna.criacanto
@nosbobos

Programação

Início

10:45 Recepção
11:00 Início

1ª parte

Exposição das abordagens

11:00 Hand in Hand Parenting
11:30 Comunicação Não-Violenta
12:00 Esclarecimento de questões sobre as abordagens
12:15 Intervalo e diálogos (15 minutos)

2ª parte

A prática

12:30 Atividades práticas, trabalho de situações, exemplos de aplicação e elaboração de questões particulares
13:40 Questões finais
13:50 Agradecimento segundo a CNV
14:00 Conclusão da Jornada

Hand in Hand Parenting

Com Juliana Penna

Hand in Hand Parenting é uma abordagem de parentalidade fundada por Patty Wipfler na década de 1980. Ela promove a conexão emocional e o apoio mútuo entre pais e filhos, através de técnicas como escuta ativa, tempo especial e acolhimento de emoções.

O objetivo é fortalecer os laços familiares, criar um ambiente emocionalmente seguro e ajudar as crianças a desenvolverem-se de forma saudável.

A filosofia do Hand in Hand Parenting enfatiza a importância de construir um relacionamento de confiança e intimidade com as crianças, onde elas se sintam ouvidas, compreendidas e amadas principalmente através do brincar.
O jogo da criança com o adulto é uma maneira potente de vinculação. A ação física associada à vinculação são, juntas, uma forma de dissolver tensões e conflitos internos da criança.

Esta abordagem tem como referência estrutural o desenvolvimento do cérebro da criança aliado à condição humana de vincular-se, fundamentais para uma saudável autonomia.

Comunicação Não-Violenta – CNV

Com Gilson Beck

Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo de comunicação desenvolvido pelo psicólogo Marshall Rosenberg na década de 1960.

É uma abordagem que visa promover a conexão humana, a compreensão mútua e a resolução pacífica de conflitos. É uma forma de se comunicar que valoriza a empatia, a autenticidade e a escuta ativa.

Pode ser vista como uma técnica de comunicação que utiliza 4 passos principais: observação; sentimentos; necessidades; pedido.

A CNV é aplicável em diversas áreas da vida, como nas relações interpessoais, na família, no trabalho e na educação, promovendo um ambiente de cuidado onde as pessoas se sentem ouvidas, compreendidas e valorizadas.

Biografias

Juliana Penna

Ama crianças, bambus, café e poesia.

Canta desde 1978, com 2 anos. Gravava fitas K7 com seus pais em Stillwater (Oklahoma/EUA) e enviava por correio aos seus avós na”Roça” em Minas Gerais (Brasil).

Tem Licenciatura em Piano e Mestrado em Educação e Dança. Estudou «Hand in Hand Parenting» com Vanessa Galvani. Tem dois CDs gravados com o grupo vocal Vagamundo.

Mantém o projeto «Seu Nome na Roda», que consiste em um álbum de canções personalizadas e conectivas, com músicas de tradição oral brasileira em arranjos cuidados e lúdicos. As canções do álbum são gravadas especialmente para cada criança e o nome dela é inserido nas canções de maneira carinhosa.

É mãe de um menino de quase 10 anos. Pensa a Música, a Dança, os laços sociais, as famílias, a intimidade, os afetos, a invenção, a auto-poiesis ou o ato de criar a si próprio por meio da estética dos cantos da memória… que nasce da voz, da palavra, do respiro e dos silêncios.

Gilson Beck

É alguma coisa incompleta atravessada por Psicanálise, Arte, Música, Paternidade e Educação Livre.

Tem licenciatura e mestrado em composição musical e foi premiado três vezes pela Fundação Nacional das Artes (Funarte-Brasil). Atualmente trabalha como professor de piano e composição na Nós Bobôs.

É psicanalista em formação na Antena do Campo Freudiano (Lisboa, Portugal). Estudou Comunicação Não-Violenta com Dominic Barter (aluno de Marshall Rosenberg) e no Instituto CNV Brasil (Brasília, Brasil).

A Comunicação Não-Violenta


Comunicação Não-Violenta (CNV) é um processo de comunicação desenvolvido pelo psicólogo Marshall Rosenberg na década de 1960. A CNV é uma abordagem que visa promover a conexão humana, a compreensão mútua e a resolução pacífica de conflitos. É uma forma de se comunicar que valoriza a empatia, a autenticidade e a escuta ativa.

A CNV foi desenvolvida com base na crença de que todos os seres humanos têm a capacidade de se conectar com outro ser humano, perceber as suas necessidades e de buscar o entendimento mútuo. Ela se baseia em princípios como a valorização da igualdade entre as pessoas, a busca pela cooperação e a crença de que as necessidades de todos podem ser atendidas de forma harmoniosa.

Os quatro passos da CNV são:

  1. Observação: consiste em observar de forma neutra e objetiva os fatos concretos de uma situação, evitando julgamentos e avaliações. É importante descrever o que está acontecendo de forma imparcial, colocando a atenção naquilo que é observável e evitando generalizações.
  2. Sentimentos: envolve a identificação e expressão dos sentimentos relacionados à situação observada. Propõe a tomada de consciência das próprias emoções e de ser capaz de nomeá-las de forma específica e precisa. Reconhecer e compartilhar os sentimentos ajuda a estabelecer uma conexão emocional com os outros.
  3. Necessidades: consiste em identificar as necessidades que estão por trás dos sentimentos expressos. As necessidades são os valores, desejos e aspirações fundamentais de cada indivíduo. Ao reconhecer e comunicar as necessidades, é possível criar um espaço de compreensão mútua e buscar soluções que atendam às necessidades de todos os envolvidos.
  4. Pedido: é fazer um pedido claro e concreto que expresse o que se deseja em relação à situação em questão. É importante formular pedidos viáveis e realistas, considerando as necessidades de todas as partes envolvidas. Os pedidos na CNV são baseados na colaboração e na busca por soluções que levem em conta as necessidades de todos.

A CNV é aplicável em diversas áreas da vida, como relacionamentos pessoais, família, trabalho, educação e resolução de conflitos. Ela promove a comunicação empática, o respeito mútuo e a resolução pacífica de diferenças. Ao praticar a CNV, é possível transformar relacionamentos e criar um ambiente de cuidado, onde as pessoas se sentem ouvidas, compreendidas e valorizadas.

A CNV pode ser vista não apenas como uma técnica de comunicação, mas como uma forma de estabelecer relações. Ao adotar os princípios e os passos da CNV, podemos construir relacionamentos mais saudáveis, promover a paz e contribuir para a criação de um mundo mais atento a todos.